11-06-2021, 08:06 PM
Pois então.
Hoje mais cedo no serviço, um colega de trabalho veio, sorrateiramente, criticar o presidente JB, na visita dele ao Es.
Claro sob o disfarce do ''não voto em político nenhum'', o típico modinha da vez, o ''isentão'' (que, ao melhor estilo Psdbista, vai lacrar 13 em 2022).
Seguindo, caro @Fernando_R1 o que deu pra responder, sem alongar o assunto - pois ambiente de serviço, é onde se paga as contas e só...
O presidente JB não é um ''exemplo'' de líder estadista, e como qualquer político pensa em si em primeiro lugar - e até aí não há nenhuma novidade nisso.
Porém deve-se reconhecer 2 coisas.
Endossar uma narrativa de impeachment, só causaria mais desestabilização ao país do que melhoras, tanto em 2020 e ainda mais, agora em 2021, com a economia se estabilizando e voltando a reagir.
Os concorrentes dele são (muito) piores que o mesmo, que exatamente dão poder a uma agenda internacional que há muito já está baseada no Brasil, aliás, até o nome se refere ao maior centro econômico e cultural do país: foro de Sp.
Por fim, o ''bozo'' de um lado ainda é coerente com a defesa das liberdades básicas: individual, de opinião, de credo e de empreender.
Quem invocou a LSN do fundo do baú, pra prender opositores foi o STF e não o presidente.
Quem invocou os petralhas que estavam presos, e lá deveriam ficar e devolveu-lhes direitos políticos foi o STF.
Quem desestabiliza, cria intrigas é a oposição, o judiciário e a extrema imprensa, carente das generosas verbas que até então detinham em governos passados.
Que só aumentaram o peso do Estado na forma de carga tributária e da maior recessão em 120 anos, ''só'' isso.
Entre esses vadios e o ''bozo'', ainda que não haja um terceiro nome que de fato, não tenha ligações com grupos obscuros nem a quadrilha que sabotou o país, não há dúvidas de que o voto no ''bozo'' é o necessário para o Brasil.
De novo, o necessário e possível... não o ideal. Isso quem sabe em 2026.
Hoje mais cedo no serviço, um colega de trabalho veio, sorrateiramente, criticar o presidente JB, na visita dele ao Es.
Claro sob o disfarce do ''não voto em político nenhum'', o típico modinha da vez, o ''isentão'' (que, ao melhor estilo Psdbista, vai lacrar 13 em 2022).
Seguindo, caro @Fernando_R1 o que deu pra responder, sem alongar o assunto - pois ambiente de serviço, é onde se paga as contas e só...
O presidente JB não é um ''exemplo'' de líder estadista, e como qualquer político pensa em si em primeiro lugar - e até aí não há nenhuma novidade nisso.
Porém deve-se reconhecer 2 coisas.
Endossar uma narrativa de impeachment, só causaria mais desestabilização ao país do que melhoras, tanto em 2020 e ainda mais, agora em 2021, com a economia se estabilizando e voltando a reagir.
Os concorrentes dele são (muito) piores que o mesmo, que exatamente dão poder a uma agenda internacional que há muito já está baseada no Brasil, aliás, até o nome se refere ao maior centro econômico e cultural do país: foro de Sp.
Por fim, o ''bozo'' de um lado ainda é coerente com a defesa das liberdades básicas: individual, de opinião, de credo e de empreender.
Quem invocou a LSN do fundo do baú, pra prender opositores foi o STF e não o presidente.
Quem invocou os petralhas que estavam presos, e lá deveriam ficar e devolveu-lhes direitos políticos foi o STF.
Quem desestabiliza, cria intrigas é a oposição, o judiciário e a extrema imprensa, carente das generosas verbas que até então detinham em governos passados.
Que só aumentaram o peso do Estado na forma de carga tributária e da maior recessão em 120 anos, ''só'' isso.
Entre esses vadios e o ''bozo'', ainda que não haja um terceiro nome que de fato, não tenha ligações com grupos obscuros nem a quadrilha que sabotou o país, não há dúvidas de que o voto no ''bozo'' é o necessário para o Brasil.
De novo, o necessário e possível... não o ideal. Isso quem sabe em 2026.
"Só os canalhas precisam de uma ideologia que os absolva e justifique." (Rodrigues, Nelsson)
