(07-08-2020, 11:45 PM)Carl Johnson Escreveu: Meu pai até hoje trabalha sendo promotor de vendas. Houve uma época que ele revezava esse trampo com o.boteco que ele tinha.
Um pouco antes de eu nascer, ele tretava muito com minha mãe. Rolava agressão e os caralho contra ela. Minha mãe usou isso pra fazer uma pesada alienação parental, tanto ela como meu irmão mais velho.
Nisso, o meu pai pagando a pensão em dia. Passava la.seus 15 na casa dele e da minha madrasta na época (eu era novo e ia junto com meu irmão do meio).
Meu pai por ser assalariado, sempre nos deu tudo dentro do possível e só após conhecer a real e um dia pedir sua versão dos fatos, ele soltou o papo.
Meu pai é da paz e sempre foi contra a violência. Ele trabalhava e ao final do expediente queria tomar o seu querosene e ir pra casa descansar.
Mas aí a mulher como sempre tem que criar pelo em ovo. Meu pai chegava em casa e logo minha mãe o atacava com xingamentos , humilhação e tudo.
Aquilo era muito foda pra ele, afinal ele mantinha a maioria das contas de casa.
Enfim, separaram.
Em um breve repeteco, minha mãe ficou grávida de min. Meu pai na época não botava fé que era dele, pois minha mãe tava ficando com outro mano. Meu pai já tinha perdido as esperanças, deixou minha mae na casa com a gente e se mudou.
Ele quando viu que era um nego jóia rara tipo eu , ficou até mais aliviado.
O que quero dizer com tudo isso é que sou mais uma prova viva de que alienação parental è fudida e influência muito na criança. A minha sorte foi que quando passava os dias com meu pai, ele era maravilhoso demais com a gente. Tudo na maior simplicidade. Jogamos dominó e os carai. Mostrava ser um homem simples e tudo. E das vezes que via ele tretar com a minha madrasta, era sempre ela que começava o inferno emocional. A gente lá de boa e ela ia lá infernizar meu pai.
Essa minha madrasta da época tinha perdidos os filhos e o marido em um náufragio. Mó fita.
Apesar da Alienação, eu nunca achei motivos pra ter ódio do meu pai. Pois se ele era tão fdp como minha mãe falava, pq ele não deserdou os filhos e caiu no mundo ? Inclusive o irmão do meu pai fez isso de não assumir duas filhas que ele teve em outras relações. Na época ele tinha levado um chá de bucha de uma msol com catarrento recém nascido e convenceu o meu tio a não assumir.
Meu pai é FODA e já me mostrava a real através do seu conselho de forma sucinta. É um grande homem. Muito do que sou hoje em dia, devo a ele.
Enfim, o clichê de sempre: valorizem a família, principalmente o PAI. É um papel muito importante e que injustamente está sendo destruído pelas feminazi.
É isso aí... nunca entendo essa mania das mulheres tretarem e alienação parental é real mesmo, lembro que logo que meus pais se separaram minha mãe inventou que dias depois meu pai foi visto em um lugar público se esfregando com duas mulheres e que ele estaria com um moletom e por isso dava pra ver a barraca armada à distância (é de família kkkk), sendo que várias pessoas teriam visto... óbvio que era uma mentira lascada (meu velho nunca teve essa banca toda com a mulherada).
De todo modo, meus irmãos ameaçaram começar a chorar com o relato, mas eu olhei firme sem me deixar levar e disse mais ou menos como "vcs se separaram agora cada um que siga seu caminho sem ciuminho", depois desconfiando que era migué perguntei quem viu isso e ela não soube dizer "uma amiga que vc não conhece"... me lembro disso como se fosse há um minuto atrás! Além disso, se o relato fosse real eu iria é admirar o velho e não vê-lo de forma negativa.
Acho que isso quebrou um ciclo e ela nunca mais fez tal coisa rasteira, apenas comentários sobre a preguiça dele que eram nada mais que a pura verdade.
Quanto a essa mania de treta que as mulheres têm (não sei da onde vem esse diabo de joguinho de dominação do caramba) tenho tentado trabalhar isso com atenção, razão e dominação: 1) atenção plena para ouvir exatamente o que elas têm a dizer; 2) rebate racional (com argumentos) e quando elas veem que a razão supera e surgem reações emocionais sem nexo; -> 3) dominação com linguagem corporal de superioridade, desapego, tom de voz grave, baixo e lento (ou mesmo silêncio com encarada mortal, se possível com sorrisinho psicopático) e se necessário uso também argumentos emocionais esdrúxulos (adoro isso kkk).
Funciona bem, salvo quando estou muito cansado ou estressado que vira um remendo e redunda em briga.