29-06-2020, 03:43 PM
Tópico bom para a seção de Departamento Jurídico do fórum.
No momento não estou advogando, mas na faculdade foi o que eu mais fiz no estágio obrigatório: pensão alimentícia.
Não só eu, mas todas as duplas (éramos divididos em duplas). A partir daí criei a tese de que em 20 anos, todas as mães da minha cidade serão solteiras. É descomunal a quantidade. Sabe quantas vezes a mulher "venceu" nos processos que peguei? Todas.
Hoje em dia, alimentos gravídicos não é a única aberração.
Existem julgados onde o sujeito se envolve com uma mãe solteira. Eles têm um caso, nada além disso. O cara enjoa e sai fora. A mulher cobra pensão do sujeito, alegando vínculo emocional do sujeito com a criança. Pronto, o cara tem que pagar pensão só por isso, mesmo Deus e o mundo sabendo que ele não é o pai.
No momento não estou advogando, mas na faculdade foi o que eu mais fiz no estágio obrigatório: pensão alimentícia.
Não só eu, mas todas as duplas (éramos divididos em duplas). A partir daí criei a tese de que em 20 anos, todas as mães da minha cidade serão solteiras. É descomunal a quantidade. Sabe quantas vezes a mulher "venceu" nos processos que peguei? Todas.
Hoje em dia, alimentos gravídicos não é a única aberração.
Existem julgados onde o sujeito se envolve com uma mãe solteira. Eles têm um caso, nada além disso. O cara enjoa e sai fora. A mulher cobra pensão do sujeito, alegando vínculo emocional do sujeito com a criança. Pronto, o cara tem que pagar pensão só por isso, mesmo Deus e o mundo sabendo que ele não é o pai.
