30-05-2019, 07:39 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 30-05-2019, 07:39 PM por Subsolo.)
Certa vez peguei uma causa onde a jovem impostora emponderada não fazia a menor ideia de quem era o pai.
Primeiro indicou um ex namorado. O resultado do DNA foi negativo.
Indiciou depois um sujeito que nem na cidade morava mais. Diante disso, olhei bem para aquele rostinho promíscuo e manipulador e falei "Dessa vez você tem certeza que esse é o pai?"
A jovem se enfureceu com minha pessoa, dizendo em tom raivoso "Como assim? Está achando que sou puta? É claro que eu sei quem é o pai!!".
No mais, só faltou salientar (já foi dito no decorrer dos comentários) que mesmo o filho não sendo do sujeito, ele fatalmente terá que pagar pensão, pois estabeleceu a chamada relação socioafetiva.
É o cúmulo do absurdo.
O cara foi traído, enganado, teve o casamento destruído por uma libertina inconsequente e como recompensa por tudo, arcará com pensão alimentícia por longos e incontáveis anos.
Primeiro indicou um ex namorado. O resultado do DNA foi negativo.
Indiciou depois um sujeito que nem na cidade morava mais. Diante disso, olhei bem para aquele rostinho promíscuo e manipulador e falei "Dessa vez você tem certeza que esse é o pai?"
A jovem se enfureceu com minha pessoa, dizendo em tom raivoso "Como assim? Está achando que sou puta? É claro que eu sei quem é o pai!!".
No mais, só faltou salientar (já foi dito no decorrer dos comentários) que mesmo o filho não sendo do sujeito, ele fatalmente terá que pagar pensão, pois estabeleceu a chamada relação socioafetiva.
É o cúmulo do absurdo.
O cara foi traído, enganado, teve o casamento destruído por uma libertina inconsequente e como recompensa por tudo, arcará com pensão alimentícia por longos e incontáveis anos.
